O maior aprendizado é um aperfeiçoamento do olhar. Quando se usa um fotógrafo como referência, você entende como ele captou suas fotos e a intenção delas. Você consegue obter resultados que talvez sem uma referência você jamais obteria.
Aprendi muito também com as pessoas retratadas, a espera do momento certo de apertar o botão, as conversas entre os cliques, a tentativa de achar uma personalidade no desconhecido é fascinante, é uma relação muito próxima e sincera com uma pessoa que talvez você nunca mais veja na vida. Muitas pessoas retratadas nem falaram nada, mas o olhar, a expressão da pessoa, o momento em que o mundo é só aquilo que você vê através do visor é muito forte. Com certeza fiquei com um pouco dessas pessoas, roubei um pouco de cada, de cada cor, de cada olhar, de cada conversa, fiquei com muito mais que um simples retrato.
Filhos da Miscigenação
terça-feira, 21 de junho de 2011
Dificuldades
Nossa maior dificuldade foi conseguir os personagens para as fotos, as pessoas ficam com receio ao serem questionadas se elas podem ser fotografadas. Receio sobre o que faremos com a foto, se vamos ganhar dinheiro em cima delas, se vamos expo-lás e até mesmo a chance de sermos super espiões querendo sequestra-lás.
Outra dificuldade que encontramos foi na impressão, que prejudicou muito nosso trabalho final. Impressões boas são muito caras, tivemos que apelar para uma gráfica bem mais barata, o que levou a qualidade das imagens ficarem ruins.
Tivemos dificuldade também com os equipamentos. Só um integrante do grupo tinha uma câmera. Na faculdade falta equipamentos e é muito burocratica a respeito de empréstimos. Em nenhuma saída os três tinham câmeras nas mãos.
Outra dificuldade que encontramos foi na impressão, que prejudicou muito nosso trabalho final. Impressões boas são muito caras, tivemos que apelar para uma gráfica bem mais barata, o que levou a qualidade das imagens ficarem ruins.
Tivemos dificuldade também com os equipamentos. Só um integrante do grupo tinha uma câmera. Na faculdade falta equipamentos e é muito burocratica a respeito de empréstimos. Em nenhuma saída os três tinham câmeras nas mãos.
Começamos pelo fim
Insegurança. Esta é a palavra que mais encontramos no trabalho. Abordar as pessoas para tentar tirar uma simples foto, nos mostrou o quanto elas estão desconfiadas. Com medo do uso de sua imagem, devido a tantos casos de problemas com a imagem na internet.(Acho até normal este medo). Alguns comerciantes de rua, ou mendigos nos perguntavam se iriam ganhar alguma coisa, ou se podiamos comprar algo deles em troca. Como experiência, tiro a grande dificuldade desta abordagem, deste contato humano que hoje em dia se mostra cada vez mais distante. Mas precavido, mais egoista, pois todos querem saber do "o que eu ganho com isso". Por outro lado, a parte mais tecnica, dificuldades com graficas, tipos de papel, como é a impressão de cada uma, coisas que vamos aprendendo errando e tentando. E a parte positiva disso tudo, é que começamos com um fotografo, mudamos pela grande dificuldade, escolhemos outro, pegamos por base suas cores e a vdia que possuia nos olhos dos retratados, e no final, em cima disso, conseguimos fazer uma interpretaço nossa, indo para o lado das cores, mas mostrando as diversas raças que possuimos em São Paulo.
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